
INDIANA, PENNSYLVANIA – SEPTEMBER 23: Republican presidential nominee, former U.S. President Donald Trump, dances on stage as he finishes speaking at a campaign rally at the Ed Fry Arena September 23, 2024 in Indiana, Pennsylvania. Trump is campaigning throughout western Pennsylvania today. (Photo by Win McNamee/Getty Images)
No micro universo do futebol e no mundo das mais diversas linguagens artísticas, emolduradas pela imprescindível liberdade de expressão, toda atitude desproporcional de força, via de regra, descamba para o deboche respeitoso.
Recentemente, o presidente do EUA, Donald Trump, “entrou em campo” para marcar aquilo que poderíamos chamar de um “gol contra”. Usando força oculta, mas poderosa, interferiu no regramento da FIFA, para anular um cartão vermelho, efetivado pelo um árbitro brasileiro, na direção de um atleta estadunidense.
Possivelmente, motivados pela manobra tosca e esquisita do líder americano os jogadores do selecionado da Bélgica, na noite de ontem (06), dentro de campo, humilharam os donos da casa, ou seja: cantaram de galo no terreiro alheio, com direito a dancinha provocativa…
Com essa resposta oportuna, eficiente e coreografada fica-nos uma dúvida: será que os belgas, agora, terão direito de seguir em frente na competição da FIFA (2026)?
Venceu o bom senso. Aguardemos as vais na partida final, se o Trump inventar de aparecer no dia da festa, para entregar o troféu de campeão.
A ópera ficaria perfeita se o time da Bélgica terminasse a competição em primeiro lugar……..Segue o jogo….





































