
Faltando poucos dias para o início da maior competição futebolística do planeta – Copa da FIFA -, já é possível sentir um clima diferente no ar, sobretudo para os amantes do futebol.
De fato, se desprezarmos todos os interesses que giram na concepção do evento, a ideia de que a copa do mundo “junta” os povos, as culturas e celebra o esporte, convenhamos, é algo animador, no sentido do crescimento civilizatório.
Antes da realização da 2ª copa no Brasil, ocorrida em 2014, nutria um desejo de, um dia, participar desse evento. Mas, após participação efetiva, de várias partidas, em solo pátrio, dei-me por satisfeito. Ou seja: contemplei minha curiosidade. Achei bastante interessante. Foi uma experiência gratificante.
Se estiver vivo, quando ocorrer a 3ª copa no Brasil, voltarei a participar. Mas não desejo mais, como antes, deslocar-me para outro país ou mesmo continente para vivenciar esse espetáculo. Talvez por não mais me considerar uma pessoa “ligada em futebol”.
Hoje, cotidianamente, sou uma espécie de “torcedor meia boca”. Aquele que apenas acompanha os resultados, sem quase nenhum envolvimento.
Mas independente de qualquer coisa, para o brasileiro de maneira geral, o futebol será sempre uma “religião” a ser incorporada. É cultural….
Curiosamente, ontem (1º), escutei uma expressão que chamou-me a atenção: “o Brasil será hexa de todo jeito”. Em seguida, veio a explicação: “serão seis títulos conquistados ou seis copas consecutivas sem vencer!!!”






























Ao final, todos se deslocaram para Gravatá. Uns para se divertir. Outros para trabalhar: é uma espécie de inversão. Ou seja: a roda grande (Vitória), passando por dentro da roda pequena (Gravatá). Que me perdoem os nativos de Gravatá. É que outrora todo esse território pertencia-nos: éramos todos da então Vila de Santo Antão. 
