Se algum eleitor pernambucano, nos últimos 12 meses, estivesse viajando por marte e chegasse, hoje, em Pernambuco e fosse se atualizar sobre os últimos acontecimentos da campanha política do nosso estado, através da imprensa digital, , certamente teria muita dificuldade de entender o momento, face à discrepância na direção apontada pelos conteúdos e pelas narrativas. Ótimo que ainda podemos pensar diferente!
Já para aqueles que veem se atualizando diariamente dessas mesmas fontes de notícias, no acompanhamento do cotidiano político estadual, aos olhos dos mais atentos, o conjunto de atualizações, entre outras coisas, vem revelando os motivos pelos quais esses blogueiros são tão generosos com “os mesmos” e tão ácidos com os “outros”. Há, de fato, um motivo por trás desse “entusiasmo” recorrente. Isto é: “financiamento na veia”.
Irrigados com algum tipo de vantagem, eles (bloguerios) já foram corrompidos naquilo que é mais sublime na interpretação dos fatos. Ou seja: o livre pensar.
Com efeito, a opinião de parte dos blogueiros “deve” ser emitida na medida exata do tal figurino que é, evidentemente, conveniente ao financiador da vantagem por ele recebida. Do outro lado, idem.
Para minha surpresa, aparentemente, até um veículo de imprensa, com muita tradição e história estadual, também vem dando sinais que já escolheu um lado politico para chamar de seu.
Claro! Emito esse juízo de valor, volto a dizer, porque acompanho o noticiário político diariamente e consigo perceber, nas entrelinhas, o desejo do editor em conduzir o leitor para um lugar que ele, antecipadamente, já decidiu ir. O bom colunista levanta hipóteses, expõe dados confiáveis, cria situações para chamar o leitor à reflexão. Esse deve ser o papel de quem escreve.
Para finalizar essas linhas, que apenas tentam expressar um ponto de vista sobre o terreno pantanoso que se tornou a campanha política pernambucana de 2026, gostaria de dizer que se a Justiça Eleitoral, a polícia e as autoridades não tomarem, de imediato, as rédeas desse processo, logo logo não terão mais condições de arbitrar e conduzir o pleito em curso. Segue o jogo….



o apoio político das grandes estruturas locais, a recente passagem pelo nosso munícipio do candidato (2026) ao governo de Pernambuco, Ivan Moraes, não passou em “brancas nuvens” por parte da imprensa antonense.


O Instituto Histórico da Vitória de Santo Antão, nos seus quase 80 anos de fundação, empenha-se no esforço de abrigar num só espaço, além de um museu arqueológico composto de acervo local, um museu de arte sacra, um museu de imagem e de som, um museu do carnaval que relembra a tradição da maior festa popular vitoriense, uma revista com temática voltada para a memória dos 400 anos da cidade e uma biblioteca de obras célebres. Trata-se de um espaço de leitura e pesquisa histórica concebido pelo professor José Aragão, presidente da instituição durante 40 anos, cargo continuado pelo professor Pedro Ferrer.





Nunca viajei tanto na minha vida.













