2ª edição da corrida promovida pelo Supermercado Avenida aconteceu no domingo.

Na manhã  do domingo (17), aconteceu a 2ª edição da Super Corrida Avenida, evento esportivo, voltado ao público em geral, que é uma promoção do Supermercado Avenida, liderado pelo empresário Valdomiro.

Com largada e chegada à Praça Leão Coroado, o percurso de 5km contemplou as vias centrais da cidade.

Ao final, após os atletas colocarem a medalha de participação no peito, os mesmos tiveram acesso ao conjunto de ativações: degustação e música ao vivo, para coroar a animação geral.

Na qualidade de atleta inscrito, prestigiamos e participamos da corrida. Parabéns a todos os envolvidos na organização do referido evento esportivo. 

AVLAC – em reunião ordinária, novo sócios tomaram posse.

Na manhã do domingo (17), em sua sede, localizada no bairro do Livramento, a AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – reuniu acadêmicos, sócios e convidados para realização do seu encontro público, referente ao mês de maio.

Na ocasião, sob o comando da acadêmica Christienne Marie, presidente da entidade, o destaque da pauta seguiu na direção da posse de novos sócios. Ao final, em momento de descontração, um lanche foi servido a todos os presentes.

PROFESSORAS IMORTAIS – por Sosígenes Bittencourt


Há quem morra, cujo nome sobreviva. Sobretudo na memória dos que passaram pelo seu estudo. Porque o professor é o profissional das profissões. Não há profissional sem haver passado por um professor, quer catedrático, quer um prático.

Ei-las, vitorienses vitoriosas, professoras imortais por vocação, de Vitória de Santo Antão. Da esquerda para a direita: professoras Marina Prado e Neuza Veras. Da direita para a esquerda: professoras Lourdinha Cajueiro e mamãe Damariz.

Pedagógico abraço!

Sosígenes Bittencourt

Eleições 2026: que tal não votar em políticos denunciados?

Não deu tempo nem de respira e entender direito o conjunto de informações,  sobre o diálogo divulgado pela grande imprensa, envolvendo o banqueiro preso e o senador pré-candidato a presidência da república. Hoje, sexta-feira (15),pela manhã,  já teve “batida” nos endereços do ex-governador e pré-candidato ao senado do Rio de Janeiro.

Na atual conjuntura política brasileira, tá ficando cada vez mais difícil declara-se de “direita” ou “esquerda”. Os escândalos surgem de ambos os lados, sem contar que o centro (centrão) se configura numa verdadeira avenida, no que se refere à corrupção. O “rei do Piauí”, por exemplo, uma espécie de representação maior desse campo político (centrão),  foi o ator da vez,  nas cenas da semana passada.

Qual seria o futuro políticos dos atuais detentores de mandatos,  se os eleitores brasileiros decretassem que não votariam, nas eleições que se avizinham,  em políticos que já foram denunciados por corrupção?

Ao que parece o sistema é programado  para que todos fiquem “sujos”. Ninguém poderá acusar o outro. Seria uma espécie de: “todos falam a verdade quando se acusam, e mentem quando tentam se defender”.

Mas devemos lembrar, também,  daqueles que silenciam, sugerindo o entendimento do velho jargão popular,  que diz:  “quem cala,  consente”.

As eleições estão chegando……..

UM MATUTO QUE FOI LONGE – por Ronaldo SOTERO.

Nascido em uma pequena cidade interiorana como Vitória de Santo Antão, Pernambuco, em 22.9.1899, João Cleofas de Oliveira jamais iria supor que chegaria a posição na vida pública que até hoje seus conterrâneos não chegaram.

De prefeito da cidade natal, década de 1921, foi deputado estadual, federal, senador, presidente do Senado, de 1970 a 1971.

Formado em Engenharia Civil, usineiro de açúcar em Campos, Rio de Janeiro. Ministro da Agricultura no governo do presidente Getúlio Vargas de 31.1.1951 a 8.6.1954, com relevante atuação na pasta.

Na obra biográfica,1954: UM TIRO NO CORAÇÃO, do excelente historiador Hélio Silva, texto primoroso, João Cleofas é mencionado em três registros como ministro da Agricultura.

Cleofas faleceu aos 87 anos no Rio de Janeiro.

LER PARA LEMBRAR.📖

Ronaldo SOTERO

Câmara Municipal: Voto de Aplauso para a 5ª Edição da Corrida da Vitória.

Na condição de atleta, o amigo Carlos Henrique foi um entre os mil atletas cadastrados para 5ª edição da Corrida da Vitória, ocorrida no ultimo dia 26 de abril. O evento contou com dois percursos: 7km e 3km, corrida e caminhada, respectivamente.

Na condição de vereador da Vitória o mesmo, dentro das suas atribuições, propôs “Voto de Aplauso” na direção da organização do evento. A proposição foi subscrita pela unanimidade dos pares  presentes, entre outras coisas, dizendo:

“VOTO DE APLAUSO” a todos os organizadores, pela realização e organização da Caminhada e Corrida da Vitória, onde foi mais uma vez de grande sucesso de público, congregou muita gente de outras cidades, vários turistas, haja visto que muitos passaram a conhecer Vitória de Santo Antão através deste grande evento esportivo”.

Nós, que fazemos parte da organização, agradecemos ao mencionado parlamentar pela participação e também pelo reconhecimento da importância do evento para o munícipio.

Vida Passada… – Pedro Guimarães – por Célio Meira.

Na risonha Aracati, princesa do Jaguaribe, berço nativo de Liberato Barroso e de Adôlfo Caminha, nasceu, em 1814, Pedro Pereira da Silva Guimarães. Matriculou-se, aos 19 anos de idade, no Curso Jurídico de Olinda, conquistando a carta de bacharel, em 1837, ao lado de Teixeira de Freitas e de João Maurício Vanderlei, o futuro e famoso barão de Cotegipe. Era, ainda, terceiro anista de direito, quando publicou, no Recife, ou na terra olindense, o “Vandemecum dos Poetas ou coleção de sonetos jocosos, esquisitos, curiosos e burlescos”.

Diplomado, regressou à província natal, e ingressou na imprensa. O “Popular”, em 1883, foi, conta o barão de Studart, o “pai da história do Ceará”, sua primeira tenda de trabalho, em cujo mastro desdobrou tocado de idealismo, a bandeira vermelha de sua vida de combatente. Cedo, porém, o governo ferido e injuriado, destruiu essa trincheira inimiga. No ano seguinte, Pedro Guimarães assumiu a cadeira de justiça pública, em Fortaleza, e mais tarde, deu audiências, e lavou sentença, num juizado municipal e de órfãos, na mesma cidade marítima, coroada de sol.

Espirito irrequieto, mas, forrado de cultura jurídica, polemista de boa estirpe, teve, Pedro Guimarães, no jornalismo partidário, o grande e movimentado cenário de suas grandes batalhas. No “Pedro II”, de Fortaleza, narram contemporâneos, traçou as famosas “Cartas de Braz Pitorra à sua sobrinha Inês Sensata”. Combateu, sem temores, no “Periquito”, o governo do presidente Vasconcelos, ridicularizando o chefe do poder, e no “Comercial”, em 1855, redigiu Alforges, “Folhetins jocosos”, no julgamento austero daquele titular, e que tiveram aplausos nas rodas jornalísticas e literárias do velho Ceará da monarquia. “O SOL”, porem, sentenciam biógrafos, foi na realidade, a grande luminosa tribuna desse preclaro aracatisense, que se vinculou, quando era moço, à vida mental das cidades de Olinda e do Recife.

Exerceu, também, a magistratura, na província do Pará, e atraído pela politica, representou sua província, na Câmara geral, pedindo, desassombradamente, da tribuna, de 1850 a 1852, a aboliçãoda escravatura negra. O magistério cearense viu Pedro Guimarães, entre suas figuras destacadas. Lecionou geometria, esse vanguardeiro das liberdades públicas, no Liceu de Fortaleza.

Teve vida longa e trepidante. Morreu aos 62 anos de idade, no dia 13 de abril de 1876. Finou-se, nesse dia 13 de abril de 1876. Finou-se, nesse dia, o autor da “Cartilha de meus filhos”, e de “O Nome de Pedro”, obra valiosa, dedicada o Imperador da terra brasileira.

Não se deve esquecer de Pedro Guimarães, a terra do Aracati.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.

Setembro de 1939 – Célio Meira

5ª Corrida da Vitória: uma edição memorável – 400 anos de história…

Após um planejamento detalhado e vários meses de trabalho, para efetivar a 5ª edição da Corrida e Caminhada da Vitória, postamos, hoje, o vídeo oficial do evento. Nele, um pouco de tudo! Na qualidade de organizador, aproveito essa postagem para agradecer a todos os envolvidos nesse projeto. Portanto, segue, abaixo, o link da postagem final no Instagram. Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/DYNI8WdxHZ3/?igsh=bHl0aXFvMHE2NDdh

Eleições 2026: um bom papo com o deputado Henrique Filho.

Por ocasião da 2ª edição da “Corrida Mãe Aparecida”, promovida pela comunidade católica da “Igreja da Bela Vista”, ocorrida no domingo (10), na  “Estação Ferroviária/Praça Leão Coroado,  bati um alongado papo com o deputado Henrique Queiroz Filho.

Devidamente inscrito para o evento, o jovem deputado, juntamente com o seu irmão vereador da Vitória, Carlos Henrique, cumpriram o percurso, que teve poucos mais de 5km. Mesmo com muita chuva, o evento foi um sucesso.

Havia algum tempo que não encontrava Henrique Filho. Em tempo pré-eleitoral, aproveitamos para colocar “as informações” em dia. Falamos de tudo um pouco. Dos tempos medievais, passando pela Revolução Francesa até chegarmos aos  últimos desdobramentos, envolvendo o líder supremo  do seu partido (PP), o Ciro Nogueira. Mas depois concentramos o papo nos arranjos eleitorais locais, com vistas ao pleito que se avizinha – eleições gerais 2026. 

Revelou-me que esse ano  deverá “dobrar”, aqui em Vitória, com o deputado federal Eduardo da Fonte. Imagina-se que se o mesmo (Dudu) for ratificado na vaga do senado, pela Governadora Raquel Lyra, seu federal passará a ser o também  deputado federal Lula da Fonte, filho do cacique da legenda (PP) no plano estadual.

Mas também não deixamos passar “em branco” os assuntos do varejo da política antonense. Da nova posição política de Carlos Henrique no tabuleiro local, da instabilidade que vem passando a gestão do atual prefeito Paulo Roberto e também das perspectivas políticas para 2028, após os resultados  estaduais de 2026.

Claro que não deixamos de falar do “prefeito argentino”, lá das bandas da Buenos Aires do Leão do Norte.  Disse-lhe que, na medida do possível,  acompanho as postagens  do velho Henrique Queiroz. Evidentemente, que fiz minhas considerações.

Sempre simpático e atencioso com a minha pessoa, papear sobre assuntos políticos com quem “é da política” sempre será mais enriquecedor. Você sempre ampliará o  horizonte de conhecimento na matéria em foco, ou seja: da politica!!!

DIA DAS MÃES – por Sosígenes Bittencourt.


Hoje é dia das mães.
Ontem foi dia das mães.
Amanhã será dia das mães.
Todo dia, todo tempo é dia das mães.
Enquanto houver uma pulsação de amor,
onde houver o ato da fecundação
será momento de se comemorar a vida.
Hoje é dia da vida, é dia do mundo.
Não foi em vão que já se chamou a natureza
de Mãe Natureza.
Hoje é dia do instinto,
do misterioso impulso para a multiplicação,
de toda forma de vida,
dos micro-organismos, de todos os animais, dos vegetais.
Hoje é dia das mães.
Hoje é dia da vida.
Hoje é dia de Deus.

Sosígenes Bittencourt

Vida Passada… – Raul Pompéia – por Célio Meira.

Ao sudeste do Estado do Rio de Janeiro, em Angra dos Reis, terra formosa do Brasil “à beira-mar plantada”, nasceu Raul dAvila Pompéia, no dia 12 de abril do ano de 1863. Aos 12 anos, mais ou menos, matriculou-se no Colégio Pedro II, e na casa dos 17, era bacharel em letras e romancista. “Uma tragédia no Amazonas” foi o romance que o vinculou à família dos jovens escritores brasileiros. Frequentou a Faculdade de Direito da terra de bandeirante, recebendo, porém, a láurea de bacharel na do Recife, em 1885, pertencente à turma de Alberto Torres, o sábio sociólogo, de Borges Medeiros, Faelante da Câmara, Virgínio Marques e de Ciridião Durval, inspirado poeta de Alagoas.

Exerceu, Raul, no Rio, o cargo de secretário da Escola de Belas Artes, e, mais tarde, o de diretor de Estatística e do Diário Oficial. Jornalista, cronista cintilante, romancista admirável, dedicava ainda, esse fluminense ilustrado, e honesto, as horas amáveis da vida, contam biógrafos, ao desenho, à caricatura, e ao estudo da escultura.

“Talento Fugurante”, no julgamento de Eugênio Werneck, “talento imenso”, no dizer de Alfredo Gomes, “nevrótico e impulsivo”, no pensar de Agripino Grieco, publicou, Raul, em 1888, na Gazeta de Notícias, do Rio, o “Ateneu”, o grande romance, o maior , no gênero, e que sagrou, definitivamente, entre os escritores realistas. Pertence ao “Ateneu” à pequenina lista dos livros famosos da literatura brasileira. Esse livro, na verdade, imortalizou o gênio de 25 anos, de vida faiscante e breve, que, um dia, desapareceu numa tragédia.

Rodrigo Otávio cursou, em 1863 ou 64, convém relembrar a Faculdade do Recife. Foi, nessa época, amigo íntimo de Raul. Morou, e ele quem conta no “Coração Aberto”, “num 2º andar de um sobrado da rua do Livramento, depois da Capunga, e mais tarde na Caxangá, “nas pitorescas bordas do Capibaribe”. Fixa o eminente jurisconsulto, nesse “livro de saudades”, joia de fino lavor literário, um aspecto do tempo de estudante.

Uma tarde, ele e Raul saíram a passeio, em Caxangá, onde residiam, num hotel. Desabou violento temporal. E os dois regressaram molhados, da cabeça aos pés. Pediram Cognac. Veio uma garrafa. Havia moças e rapazes no salão. Alguém, entre os dois, lembrou uma batalha: – Quem beberá mais?

Apareceram os partidários. E a garrafa, em poucos minutos, ficou vazia. E o resultado desse combate era previsto. Informa Rodrigo Otávio, graciosamente:

“E não vivi até a manhã seguinte, em que, preso de um mal-estar, indizível, despertei do meu leito, tendo o travesseiro alteado com Magnum Lexicon e mais o Corpus Juris. Não encontrei, no primeiro momento explicação para o caso, nem para a presença de uns frascos de toucador , com água de Colônia e outras essências, em minha desguarnecida mesa de estudante.

Findava o ano de 1985. Era dia de Natal. Raul neurastênico, recolheu-se ao banheiro. Ouvia-se um tiro. Parara, Raul, com uma bala de revolver, o coração generoso. Tinha 32 anos de idade , o genial escritor que traçou as páginas eternas d “O Ateneu”.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.

Setembro de 1939 – Célio Meira

Programação do Mês da Enfermagem do Coren-PE chega a Vitória de Santo Antão.

Atividades buscam descentralização e oferecem acesso igualitário à educação continuada em enfermagem.

Dando continuidade as atividades do Mês da Enfermagem, o Conselho Regional de Pernambuco (Coren-PE) promove, nesta Sexta-feira (08), em Vitória de Santo Antão, na zona da Mata, as atividades que compõem a programação científica. Com o tema central “Técnica, Ética e Política, Pilares Inegociáveis do Cuidado de Enfermagem”, o evento ocorre no Centro Universitário da Vitória de Santo Antão (Univisa), no bairro de Cajá.

Serão proporcionadas palestras e rodas de conversa mediadas por representantes do Coren-PE, especialistas e profissionais atuantes na área de saúde mental, direitos humanos e ética profissional.

No evento, serão abordados os seguintes temas: “Cuidar com dignidade: condições de trabalho e valorização de quem cuida”; “Inovações Tecnológicas e IA para Enfermagem”; e “Painel Dialógico – Técnica, Ética e Política: Pilares inegociáveis do cuidado de Enfermagem”.

As atividades que tiveram início no Recife, na segunda-feira (4), vão passar ainda por todas as regiões do estado, reforçando um dos compromissos centrais da atual gestão do Coren-PE: a descentralização das ações e o acesso igualitário à educação continuada em enfermagem. Após Vitória de Santo Antão, a programação segue em um circuito por Arcoverde (14/5), Garanhuns (15/5), Petrolina (18/5), Serra Talhada (20/5), Afogados da Ingazeira (22/5), Caruaru (25/5) e Palmares (26/5). Em todas as cidades, os temas debatidos são os mesmos, reforçando a importância de uma pauta unificada em torno da importância da ética e política na profissão.

O Coren-PE reforça o convite para que profissionais e estudantes participem das atividades em sua região. A programação completa e os detalhes sobre cada encontro serão divulgados nas redes sociais e no site oficial do Conselho, no www.coren-pe.gov.br.

Assessoria.